Isabelle's profilevocê é o segredo que eu ...PhotosBlogLists Tools Help

Blog


    November 04

    °°my imperfect world°°

    O Despertar dos Mestres

     

    Acordou a mãe terra

    Neste azul celestial

    Onde anjos de trombetas

    Festejam a cura

    Da loucura

    Dos mestres

    Em ritual de cerimônia

     

    Noite e dia

    Numa mesma sintonia

    Em busca do prazer total

    Deusas em êxtase

     

    No ar a magia

    Se espalha

    Procuro traduzir o tempo

    Dentro de seus significados

    Seus sentimentos

    Sua representatividade

    Em seres de verdade

     

    Trovões, raios, chuvas

    Os deuses dos céus

    Estão em festa

    O solo queima, em chamas , labaredas

    De fumaças, fogos em guerra

     

    Entre o céu

    E a terra

    É onde moram

    Os deuses

    Que habitam

    Seres, segredos e magias

     

     

     

     

    Prisioneiros da Alma

    Nem Lordes nem majestades

    Me farão prisioneiros da tua existência

    Não venderei minha liberdade

    Nem trocarei minha alma pelo teu  amor

    Estarei sempre livre  em minhas experiências

    Ocultas desses ensinamentos

     

    Nem reis nem rainhas

    Terão jamais meus sonhos em suas mãos

    Levarão minha cabeça a guilhotina

    Cortarão minha língua

    Mas não lhes direi meus sonhos

     

    Deuses dos tempos saberão o que fazer

    Nesta minha alquimia da existência

    Que deixarei em formulas secretas

    Em outras grafias jamais reveladas

    Nesta vida em poças de sangue derramadas

     

    Minha existência desaparece por completo

    Mas minha alma permanece

    No lugar onde sempre esteve

    Agora mesmo vejo

    Todos preocupados em viver

    Nesta vida

    Rica de energias , magias e terrores

    Um dia saberão o que representei

    E o ódio que espalhei neste solo

    Que um dia pisei

     

     

    Senhores dos Seres

     

    Sabes o que queres

    Já evoquei deuses e trovões

    Comuniquei ao universo inteiro

    A inexistência daquele ser maior

    De todos os tempos

    De todos os ventos

    Vindos desse lugar onde todos os mortais

    Gostariam de estarem sentados agora contemplando

    Os sabores da vida e do prazer

    Distribuídos a todos os seres nobres de beleza espiritual

    E vividos em tempo real

    Não sou o senhor dos seres

    E também não quero o ser

    Ficarei  no obscuro da minha alma

    E entre o escuro da minha visão

    Imagino como poderás ser

    Com todos os teus encantos e magias

    Que um dia o universo fez lhe acreditar

    Senhores dos Seres

    Só procurarei a minha razão perdida

    Nesta trilha do meu próprio caminho

    Ficarei sentado a sombra do destino

    Tristeza

     

    Não era tanto... Mas não cabia no peito

    Era mais que pranto com lágrimas e olhos vermelhos

    Assim pelo meu desespero,

    Por despetalar o que fora inteiro

    A dor era o amargo lenitivo

    Era fronteira que dividia os sentidos...

    E unificava os versos como música  

    Ah! Se aquela estação fosse a última!  

    Se não houvesse tantas após

    Se o tempo não fosse meu próprio algoz

    Quando a noite findava a loucura

    Adormecia em Sol menor e despertava com a Lua

    Seguia os áureos ventos que insinuavam as veredas

    Era um peregrino das paisagens serenas

    Mas se aproximava o temporal e o cataclismo

    Agora a brisa é vendaval, e ascensão é declínio

    Via o vão abissal que fragmentava minha alma

    Eu já não era imortal como imaginava

    Assim como o palco vazio de um teatro  

    Meu espírito num monólogo e... fim do primeiro ato!

    Resta-me o império devastado, E uma esperança em ruínas

    Que antes da noite chegar, Tu me levarás a vida  

    Agora... sou constelação de uma estrela

    Sei que não é o momento... Mas desculpe minha tristeza...