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você é o segredo que eu vou desvendar!♥ November 04 °°my imperfect world°°O Despertar dos Mestres
Acordou a mãe terra Neste azul celestial Onde anjos de trombetas Festejam a cura Da loucura Dos mestres Em ritual de cerimônia
Noite e dia Numa mesma sintonia Em busca do prazer total Deusas em êxtase
No ar a magia Se espalha Procuro traduzir o tempo Dentro de seus significados Seus sentimentos Sua representatividade Em seres de verdade
Trovões, raios, chuvas Os deuses dos céus Estão em festa O solo queima, em chamas , labaredas De fumaças, fogos em guerra
Entre o céu E a terra É onde moram Os deuses Que habitam Seres, segredos e magias
Prisioneiros da Alma
Nem Lordes nem majestades Me farão prisioneiros da tua existência Não venderei minha liberdade Nem trocarei minha alma pelo teu amor Estarei sempre livre em minhas experiências Ocultas desses ensinamentos
Nem reis nem rainhas Terão jamais meus sonhos em suas mãos Levarão minha cabeça a guilhotina Cortarão minha língua Mas não lhes direi meus sonhos
Deuses dos tempos saberão o que fazer Nesta minha alquimia da existência Que deixarei em formulas secretas Em outras grafias jamais reveladas Nesta vida em poças de sangue derramadas
Minha existência desaparece por completo Mas minha alma permanece No lugar onde sempre esteve Agora mesmo vejo Todos preocupados em viver Nesta vida Rica de energias , magias e terrores Um dia saberão o que representei E o ódio que espalhei neste solo Que um dia pisei
Senhores dos Seres
Sabes o que queres Já evoquei deuses e trovões Comuniquei ao universo inteiro A inexistência daquele ser maior De todos os tempos De todos os ventos Vindos desse lugar onde todos os mortais Gostariam de estarem sentados agora contemplando Os sabores da vida e do prazer Distribuídos a todos os seres nobres de beleza espiritual E vividos em tempo real Não sou o senhor dos seres E também não quero o ser Ficarei no obscuro da minha alma E entre o escuro da minha visão Imagino como poderás ser Com todos os teus encantos e magias Que um dia o universo fez lhe acreditar Senhores dos Seres Só procurarei a minha razão perdida Nesta trilha do meu próprio caminho Ficarei sentado a sombra do destino Tristeza
Não era tanto... Mas não cabia no peito Era mais que pranto com lágrimas e olhos vermelhos Assim pelo meu desespero, Por despetalar o que fora inteiro A dor era o amargo lenitivo Era fronteira que dividia os sentidos... E unificava os versos como música Ah! Se aquela estação fosse a última! Se não houvesse tantas após Se o tempo não fosse meu próprio algoz Quando a noite findava a loucura Adormecia em Sol menor e despertava com a Lua Seguia os áureos ventos que insinuavam as veredas Era um peregrino das paisagens serenas Mas se aproximava o temporal e o cataclismo Agora a brisa é vendaval, e ascensão é declínio Via o vão abissal que fragmentava minha alma Eu já não era imortal como imaginava Assim como o palco vazio de um teatro Meu espírito num monólogo e... fim do primeiro ato! Resta-me o império devastado, E uma esperança em ruínas Que antes da noite chegar, Tu me levarás a vida Agora... sou constelação de uma estrela Sei que não é o momento... Mas desculpe minha tristeza... |
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